segunda-feira, 28 de maio de 2012

Londrina recebe prova do Rally Universitário Fiat






Este ano, o Rally Universitário Fiat deu sua largada no mês de abril na cidade de Sorocaba, em São Paulo, uma cidade já veterana no evento.  No dia 20 de maio, a competição passou por Itumbiara (GO), para a segunda prova do ano e no próximo dia 17 de junho a competição irá passar por Londrina (PR). Em todas as etapas, é oferecida uma aula de navegação gratuita a todos os participantes, por isso, o evento já é considerado uma importante porta de entrada para o mundo off-road.


O Rally Universitário Fiat tem duas categorias: Universitário e Paixão Fiat. Na primeira, aberta a carros de todas as marcas fabricados a partir de 1992. Em caso de dupla, pelo menos um dos integrantes deve estar matriculado em uma instituição de nível superior. Se houver o “zequinha” (como se chama o carona no rally), os dois devem ser universitários. A Paixão Fiat não exige escolaridade, mas é exclusiva para proprietários de modelos Fiat, com qualquer ano de fabricação.

A Fiat premia com brindes e troféus os cinco primeiros de cada categoria. As equipes femininas melhor classificadas em cada uma delas também são premiadas. Além disso, o vencedor de cada prova da categoria Universitário se classifica para disputar um Fiat zero quilômetro, na etapa final, em dezembro.
Para garantir vaga cada competidor precisa apenas doar quatro latas de leite em pó, que serão oferecidas a uma instituição filantrópica da cidade. Todos competidores, na confirmação da inscrição, recebem camisetas e adesivos para os carros e, antes da prova, são recebidos com um café da manhã. Quando retornam da trilha, têm direito a uma massagem relaxante.

O evento também pode ser acompanhado pelas redes sociais: facebook.com/rallyuniversitariofiat  e  twitter.com/fiatrally

Acompanhe as próximas cidades
17 de junho – Londrina (PR)
01 de julho – Campo Grande (MS)
19 de agosto – Campos (RJ)
16 de setembro – Maceió (AL)
23 de setembro – João Pessoa (PB)
21 de outubro – Cuiabá (MT)
11 de novembro – Porto Alegre (RS)
02 de dezembro – Final (em local a ser divulgado)

Fonte:
FiatPress

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Após BB, Caixa Econômica também reduz juros para financiamento de veículos

SÃO PAULO – Após as medidas de incentivo anunciadas na última segunda-feira (21) pelo Governo Federal, a Caixa Econômica Federal anunciou nesta quarta-feira (23), a redução de suas taxas de juros para o financiamento de veículos novos e usados.

Dessa forma, taxas mínimas para financiamento de automóveis novos passam de 0,89% ao mês para 0,75% a.m, e a máxima de 2,25% a.m para 1,65% a.m. Já no caso dos usados, a nova taxa máxima cai de 2,25% a.m para 1,75% a.m. A nova redução vigora a partir da próxima sexta-feira (25).

O Banco do Brasil também anunciou, na última terça-feira (22), a sua 3ª redução nas taxas de juros para o financiamento de veículo, em menos de 60 dias.

Outras medidas

A Caixa anunciou ainda que as novas taxas também contemplam diferenciais ecoeficientes ou segurados pela Caixa, para os quais a redução pode chegar a 0,08% sobre a taxa de tabela.

As cotas de financiamento dependem da idade do veículo, podendo alcançar até 100% para veículos novos. O prazo continua variando entre 6 a 60 meses para veículos com idade de até cinco anos, e 48 meses para até 10 anos.

De acordo com a Caixa, a redução anunciada contempla todos os clientes.

Fonte: http://economia.uol.com.br/financas/dividas/

Alta do dólar é ‘necessária’, mas tem ‘efeitos colaterais’

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse nesta terça-feira (22), durante audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal, que mudanças no câmbio, com o dólar mais valorizado, eram necessárias para dar mais competitividade à indústria brasileira.

“Mudanças no câmbio eram necessárias. Vários paises vinham usando manipulação cambial para ter mais competitividade, sobretudo na China, com medidas artificiais. Ganha por causa da moeda, e não por conta da produtividade. Por mais de 20 anos, países da Ásia fizeram isso. Como eram pobres, até tolerávamos, mas quando ganham escala mundial, com outros países, a gente tem de reagir. A gente acredita que isso faz bem para a indústria brasileira”, declarou o ministro.

Ele admitiu, porém, que as medidas adotadas pelo governo para elevar a cotação do dólar têm algum “efeito colateral”. “Como todo remédio, tem algum efeito colateral, mas voce não deixa de tomar o remédio. Pode ter alguma empresa com dívida no exterior e vai pagar mais caro. Outra consequência que pode haver é uma pequena elevação da inflação, mas isso já foi medido. É muito pequena a elevação da inflação pelo aumento do câmbio”, afirmou Mantega.

Por conta disso, acrescentou ele, é “conveniente” trabalhar com a cotação do dólar mais elevada, visto que esse fator torna as exportações mais baratas e as compras do exterior mais caras. Por outro, porém, além de pressionar a inflação, torna as viagens internacionais mais onerosas para os brasileiros. ”De janeiro até agora, a valorização do dólar é de 20%. Ganhamos 20% de competitividade. Você pode exportar mais, e o que vem de fora fica mais caro”, declarou o ministro da Fazenda.

Medidas do governo

Em março, o Ministério da Fazenda anunciou a ampliação do prazo de incidência do Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF) de 6% para empréstimos buscados no exterior por empresas de dois para três anos. Posteriormente, o prazo de incidência do IOF majorado subiu para cinco anos.

O Banco Central, por sua vez, definiu em março que os exportadores que desejarem receber antecipadamente por suas vendas externas, nos chamados pagamentos antecipados (PA), deverão enviar o produto ao exterior em até 360 dias – limitando, assim, estas operações. Até o momento, não havia prazo formal para o envio.

Outros fatores que, teoricamente, também contribuem para “aliviar” o ingresso de dólares no Brasil, e, consequentemente, a pressão pela queda da cotação da moeda norte-americana, são as decisões do Comitê de Política Monetária (Copom) sobre a taxa de juros. Recentemente, os juros básicos caíram, na sexta redução consecutiva, para 9% ao ano – o menor patamar em dois anos e perto da mínima histórica (8,75% ao ano).

Fonte: G1.com.br

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Brasil perde em inovação e não cresce como outros Brics

O Brasil não tem um plano de inovação para manter o ritmo de crescimento em relação a Rússia, Índia e China, os países que formam os Brics, avalia o economista Marcos Troyjo, diretor do Bric-Lab, o laboratório de pesquisa sobre os Brics da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos.
Segundo Troyjo, o Brasil precisa fazer uma “leitura melhor do mundo” e investir, pelo menos, 2,5% do seu PIB em pesquisas científicas.
“O desafio que os Brics enfrentam como grupo é manter o ritmo da inovação. O Brasil está crescendo menos que os outros países do grupo em termos de inovação e tecnologia. O país tem todas as condições financeiras e vontade política para isso, mas não tem um plano. E para ter um plano é preciso fazer uma boa leitura do mundo. Não acho que o Brasil faça uma boa leitura do mundo”, afirmou.
Troyjo participou do seminário “Brazil Innovation: A revolution for the 21st century” (Inovação no Brasil: Uma revolução para o século 21), semana passada, no Rio de Janeiro, promovido pela revista britânica “The Economist”. Participaram investidores, empresários, membros de governos, universidades e organizações sem fins lucrativos para analisar os novos modelos de negócios, inovação e empreendedorismo.
O Brasil, segundo analisou o economista, não poderá tornar-se uma sociedade tecnológica se mantiver investimentos de apenas 1% do PIB em desenvolvimento científico.
“O lado ruim disso tudo é que o Brasil poderá ter uma performance abaixo da esperada para outros países dos Brics. A inovação não é uma questão só de querer, mas de haver mecanismos de incentivo”, declarou.
Troyjo, no entanto, citou iniciativas que considera ser “interessantes” como o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) iniciado no governo Lula, mas destacou que essa é apenas uma forma de compensar as demandas do passado no presente.
“Isso é correr atrás do tempo e não olhar para o futuro. O Brasil tem de passar de uma sociedade criativa para uma sociedade inovadora”, disse.
Questionado sobre qual o papel que os Brics deverão desempenhar na governança global, Troyjo ainda se mostra cético. “Vejo hoje que o mundo vive um vácuo de liderança e não acho que nenhum país dos Brics tenha esse perfil de liderança”.
Já o editor da revista “The Economist” para as Américas, Michael Reid, afirmou não haver dúvida de que tanto China quanto Brasil vão se tornar países desenvolvidos até 2050, mas será algo que não ocorrerá de forma linear.
“Dependerá muito, sobretudo no caso da China, que tem um regime político autoritário. Ela terá de ceder à pressão política e social para se abrir. Já no caso do Brasil, o desafio será de investir mais em educação e em infraestrutura, além de reformar o sistema político para que tenha um Estado mais eficiente com menor carga tributária”, disse Reid.

Fonte: http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2012/05/14/brasil-perde-em-inovacao-e-nao-cresce-como-outros-brics-diz-economista.jhtm

Ser Mãe é ser Amor e Dedicação

O Cedro Hotel felicita a todas as mães neste dia das mães e já aproveita para agradecer pela dedicação, amor, carinho de cada uma de nossas mães.
Nosso Muito Obrigado!