A edição 2011 do Festival Internacional de Londrina (FILO) acontece de 10 a 26 de junho, transformando o Norte do Paraná em grande palco das artes cênicas. O evento completa 43 anos, consolidando-se como o mais antigo do gênero na América Latina. O FILO 2011 terá uma programação com 12 espetáculos internacionais e 35 produções nacionais e locais.
Durante os 17 dias de evento, uma extensa programação com mais de 90 apresentações será levada a salas de espetáculos e também a praças, parques,campus da Universidade Estadual de Londrina (UEL) e municípios vizinhos.
A programação terá ainda a agenda de atividades formativas voltada a estudantes e profissionais da área e os projetos socioculturais
desenvolvidos na comunidade.
Para a abertura do Festival, dia 10 de junho, às 20h30, no Teatro Ouro Verde (Rua Maranhão, 85), foi convidada a companhia Ballet de Londrina, que faz a estreia nacional do espetáculo "A Sagração da Primavera".
Ingressos
terça-feira, 31 de maio de 2011
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Bombeiros e HU se reúnem para discutir retenção de macas
O comando do Corpo de Bombeiros e a direção do Hospital Universitário (HU) de Londrina se reuniram, na manhã desta segunda-feira (9), para tratar da retenção de macas da corporação na unidade de saúde. Segundo os bombeiros, o problema tem impedido que as ambulâncias na realizem outros atendimentos. O empréstimo de duas macas do Siate para o HU foi a solução paliativa encontrada.
Na tarde do domingo (8), uma ambulância do Siate ficou parada no hospital por duas horas esperando que a maca que estava o paciente fosse liberada. O tenente do Corpo de Bombeiros Rodrigo da Costa disse que o problema tem sido frequente e ocorre também em outros hospitais. “O problema é a falta de infraestrutura dos hospitais”, disse.
O procedimento normal é o paciente ser retirado de dentro da viatura com a prancha plástica e colocado na maca do hospital, de acordo com o oficial da corporação. No entanto, é frequente, segundo o tenente, não ter maca disponível do hospital. Neste caso, o paciente é transportado para dentro do centro médico com a maca da viatura. No domingo, ninguém do HU quis se manifestar.
A diretora-clínica do Hospital Universitário, Denise Machima, disse, à reportagem do Paraná TV, que a situação é um reflexo da falta de infraestrutura do setor da saúde de Londrina. Ela ressaltou que a unidade está atendendo um ofício encaminhado pelos bombeiros para evitar a entrada das macas da corporação na unidade.
No entanto, ela disse que em casos mais graves, e quando não há macas do hospital, a maca dos bombeiros tem que entrar para que o atendimento emergencial seja realizado.
Fonte: Jornal de Londrina
Na tarde do domingo (8), uma ambulância do Siate ficou parada no hospital por duas horas esperando que a maca que estava o paciente fosse liberada. O tenente do Corpo de Bombeiros Rodrigo da Costa disse que o problema tem sido frequente e ocorre também em outros hospitais. “O problema é a falta de infraestrutura dos hospitais”, disse.
O procedimento normal é o paciente ser retirado de dentro da viatura com a prancha plástica e colocado na maca do hospital, de acordo com o oficial da corporação. No entanto, é frequente, segundo o tenente, não ter maca disponível do hospital. Neste caso, o paciente é transportado para dentro do centro médico com a maca da viatura. No domingo, ninguém do HU quis se manifestar.
A diretora-clínica do Hospital Universitário, Denise Machima, disse, à reportagem do Paraná TV, que a situação é um reflexo da falta de infraestrutura do setor da saúde de Londrina. Ela ressaltou que a unidade está atendendo um ofício encaminhado pelos bombeiros para evitar a entrada das macas da corporação na unidade.
No entanto, ela disse que em casos mais graves, e quando não há macas do hospital, a maca dos bombeiros tem que entrar para que o atendimento emergencial seja realizado.
Fonte: Jornal de Londrina
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Londrina está na rota do Rumos Artes
Instalações, objetos, pinturas, esculturas e desenhos. Ou então um mix de tudo isso, uma espécie de hibridismo da arte, que mistura diversas linguagens. O curador Franzói, de Santa Catarina, quer saber o que Londrina está produzindo no campo das artes visuais. Ele é o responsável por um mapeamento da produção contemporânea local. O objetivo é estimular e orientar os artistas a inscreverem projetos no edital do Rumos Itaú Cultural, aberto em fevereiro deste ano, e que prossegue até 29 de maio. A partir de julho, os trabalhos selecionados serão patrocinados pelo programa durante os próximos dois anos.
“Espero ver uma produção contemporânea, de artistas emergentes e que estejam conversando com o hoje, discutindo com a sociedade e o mundo contemporâneo através da poética”, afirma Franzói. O curador estará na Divisão de Artes Plásticas da Casa de Cultura da Universidade Estadual de Londrina (Av. JK, 1973), na manhã de sábado, a partir das 9h30, para ver portifólios, analisar trabalhos e orientar artistas a se inscreverem pela internet no edital. “O objetivo é divulgar o Rumos e também orientar como participar, como preparar o portfolio. Vou tirar dúvidas de como funciona”, diz.
“Espero ver uma produção contemporânea, de artistas emergentes e que estejam conversando com o hoje, discutindo com a sociedade e o mundo contemporâneo através da poética”, afirma Franzói. O curador estará na Divisão de Artes Plásticas da Casa de Cultura da Universidade Estadual de Londrina (Av. JK, 1973), na manhã de sábado, a partir das 9h30, para ver portifólios, analisar trabalhos e orientar artistas a se inscreverem pela internet no edital. “O objetivo é divulgar o Rumos e também orientar como participar, como preparar o portfolio. Vou tirar dúvidas de como funciona”, diz.
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