Em 2,3 mil metros do entorno do lago foram expostas frases do hino, que podem ser lidas pelos pedestres que completarem o trajeto
Transeuntes do Lago Igapó II agora podem encontrar novas placas compondo a paisagem do local. As 23 chapas não são para sinalização, mas sim para motivar a cidadania dos londrinenses, já que são pintadas com frases do Hino à Londrina. A instalação foi feita nesta segunda-feira (19), pela manhã, por três funcionários da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU).
Nos 2.500 metros de calçadas que circundam o lago foram afixadas placas vermelhas, com frases do hino pintadas em branco na frente e no verso das chapas. Ao percorrer todo o trajeto, o pedestre poderá ler a composição na íntegra. A confecção não representou nenhum gasto para a CMTU, já que o material é proveniente de placas antigas, que estavam inutilizadas no depósito da CMTU.
Conforme o diretor de operações da Companhia, Luciano Borrozino, esta é uma ação que partiu do prefeito, Barbosa Neto, e visa despertar o interesse dos cidadãos pés vermelhos em relação ao município. "Há um trecho do Hino que diz: Cidade que sobe, que cresce, que brota e floresce. Acredito que esse seja o propósito da instalação das placas. Contribuir com desenvolvimento de Londrina", salientou.
Fonte: Londrix
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Bancários de Londrina podem encerrar greve nesta quarta
Profissionais realizarão nesta noite uma assembleia para avaliar a nova proposta apresentada pela Fenaban. Segundo presidente do sindicato da categoria, “há uma tendência de aceitação” da proposta. Se isso ocorrer, bancos reabrem na quinta
A greve dos bancários entra, nesta quarta-feira (13), no décimo quinto dia, que pode ser o último da paralisação. Os profissionais de Londrina realizarão, a partir das 19h, uma assembleia, ao auditório do Hotel Sumatra, região central, para decidir se aceitam a nova proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). Das 78 agências da cidade, pelo menos 68 estão com o atendimento suspenso aos clientes.
Pela nova proposta, os bancários que recebem até R$ 5.250,00 teriam um aumento de 7,5% nos salários. Para os remunerados acima desta faixa salarial, o reajuste seria de R$ 393,75, com garantia mínima de aumento de 4,29%, mais reajuste de 7,5% em todos os benefícios.
O presidente do Sindicato dos Bancários de Londrina e Região, Wanderley Crivellari, afirmou, nesta manhã, que ainda “é cedo” para dizer qual será a posição dos grevistas. Contudo, ele disse que há “uma tendência de aceitação da proposta”. “Não podemos afirmar qual será o posicionamento da assembleia. O resultado dela será soberano e definirá os rumos do movimento.”
Se a proposta apresentado pela Fenaban for aceita, o atendimento aos clientes será normalizado nesta quinta-feira (14).
A greve dos bancários entra, nesta quarta-feira (13), no décimo quinto dia, que pode ser o último da paralisação. Os profissionais de Londrina realizarão, a partir das 19h, uma assembleia, ao auditório do Hotel Sumatra, região central, para decidir se aceitam a nova proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). Das 78 agências da cidade, pelo menos 68 estão com o atendimento suspenso aos clientes.
Pela nova proposta, os bancários que recebem até R$ 5.250,00 teriam um aumento de 7,5% nos salários. Para os remunerados acima desta faixa salarial, o reajuste seria de R$ 393,75, com garantia mínima de aumento de 4,29%, mais reajuste de 7,5% em todos os benefícios.
O presidente do Sindicato dos Bancários de Londrina e Região, Wanderley Crivellari, afirmou, nesta manhã, que ainda “é cedo” para dizer qual será a posição dos grevistas. Contudo, ele disse que há “uma tendência de aceitação da proposta”. “Não podemos afirmar qual será o posicionamento da assembleia. O resultado dela será soberano e definirá os rumos do movimento.”
Se a proposta apresentado pela Fenaban for aceita, o atendimento aos clientes será normalizado nesta quinta-feira (14).
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Greve dos bancários completa uma semana com 60 agências fechadas em Londrina
Para o sindicato da categoria, número é expressivo, pois na cidade há 78 bancos, e a tendências é que mais profissionais ingressem na paralisação. Sem propostas, greve não tem prazo para terminar
A greve dos bancários, que completou uma semana nesta quinta-feira (7), está cresendo em Londrina. Segundo o sindicato da categoria, das 78 agências, pelo menos 60 estão fechadas. Nesta manhã, dois bancos localizados na Avenida Duque de Caxias, que ainda estavam abertos, suspenderam o atendimento aos clientes.
De acordo com o secretário-geral do Sindicato dos Bancários, Marcos Neves, a expectativa é de que a adesão aumente ainda mais. Além das agências fechadas na Duque de Caxias, o sindicato conseguiu que funcionários de dois bancos da Avenida Higienópolis também cruzassem os braços.
“A cada dia conseguimos fechar uma nova agência. O movimento está fortalecido e a tendência é que mais profissionais entrem para o movimento”, disse.
Depois de sete dias de atendimentos suspensos, os clientes não devem ter muita esperança para uma solução rápida para o fim da paralisação. Segundo Neves, está faltando bom senso para os bancários negociarem com os profissionais. “Ainda não existe uma nova proposta. Com isso, não há previsão para o atendimento seja normalizado”, ressaltou.
A greve dos bancários, que completou uma semana nesta quinta-feira (7), está cresendo em Londrina. Segundo o sindicato da categoria, das 78 agências, pelo menos 60 estão fechadas. Nesta manhã, dois bancos localizados na Avenida Duque de Caxias, que ainda estavam abertos, suspenderam o atendimento aos clientes.
De acordo com o secretário-geral do Sindicato dos Bancários, Marcos Neves, a expectativa é de que a adesão aumente ainda mais. Além das agências fechadas na Duque de Caxias, o sindicato conseguiu que funcionários de dois bancos da Avenida Higienópolis também cruzassem os braços.
“A cada dia conseguimos fechar uma nova agência. O movimento está fortalecido e a tendência é que mais profissionais entrem para o movimento”, disse.
Depois de sete dias de atendimentos suspensos, os clientes não devem ter muita esperança para uma solução rápida para o fim da paralisação. Segundo Neves, está faltando bom senso para os bancários negociarem com os profissionais. “Ainda não existe uma nova proposta. Com isso, não há previsão para o atendimento seja normalizado”, ressaltou.
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